Do CAD ao Revit
Uma coisa era usar um software com o qual eu já estava acostumado, outra era ter que encarar toda a linha de aprendizado de um programa com uma linha de produção totalmente diferente do meu habitual. Foi diante disso que me encontrei ao pesar a mudança do CAD ao BIM. -
Com o DraftSight e o AutoCAD eu primeiramente defino as "penas" que vou usar de acordo com o que vou desenhar, após isso eu já posso começar a traçar a planta do imóvel, geralmente partindo do plano de corte. Daí pra frente eu apenas vou criando as linhas de acordo com a vista que eu quero representar. -
Já com o Revit a história é outra. Não essa de definir as "penas" e começar a desenhar. Tem todo um trabalho com a definição da locação daquilo que iremos trabalhar, como as elevações e seus níveis; a definição da topografia a ser usado, quando esta é pertinente ao projeto; os detalhes de alvenaria e outras modelagens arquitetônicas e estruturais que iremos desenvolver; e pronto, daí podemos começar a desenhar. -
Há todo um raciocínio preliminar à elaboração do projeto em si e é pertinente mencionar que assimilar isso demanda de uma linha de aprendizado um pouco maior do aquela que tive ao aprender CAD. Nada muito difícil de abstrair, mas completamente diferente do que se está acostumado, sendo tudo muito mais próximo do que existe na situação real. -
O resultado facilita muito não só a visualização como também o levantamento de material, a compatibilidade entre arquitetônico, estrutural, hidrosanitário e elétrico, assim como também ajuda na próxima etapa: a renderização.
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